segunda-feira, 24 de abril de 2017

Estado da PB reajusta salário dos professores a partir de 1º de maio; confira valores

Imagem ilustrativa
O governador Ricardo Coutinho anunciou nesta segunda-feira (24) que, a partir de 1º de maio, os professores da Rede Estadual de Ensino terão os salários reajustados. Os professores do nível 1 da Classe A – menor salário – passarão a receber R$ 2.611. Os reajustes variam por níveis e contemplam prestadores de serviço e inativos. A tabela também será recomposta.

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“Para o prestador de serviço o governo do Estado vai conceder aumento de R$ 300, sendo R$ 150 para alimentar o sistema mensalmente, obrigação que também será remunerada. Isso dá em torno de 23% de aumento para o professor que presta serviço, lembrando que em janeiro essa categoria já teve aumento de salário”, destacou o governador.

Com relação aos efetivos, Ricardo Coutinho destacou que o governo do Estado irá refazer a tabela. “A tabela vai ter salário a partir de R$ 1.724,10, com 2% de aumento a cada nível. São sete níveis. Além disso, terá ainda 10% de aumento entre uma classe e outra. Serão 10% na Classe B, mais 20% na Classe C, em relação à Classe A, mais 30% na Classe D, que é mestrado, mais 40% na Classe E, que contempla os professores com doutorado”, explicou o governador.

Reajustes totais

Ainda de acordo com o chefe do Executivo paraibano, desde dezembro do ano passado, os reajustes chegam a 39,8% para os professores da Classe A – nível 1 -, até 51% para os professores com doutorado, que estão no nível 1 da Classe E. “Uma parte desse reajuste será feito em forma de bolsa para aqueles professores que estão em sala de aula, mas também por meio da recomposição da tabela, contemplando os aposentados”, pontuou Ricardo. “Essa tabela varia de 34%, 27% na Classe D no nível 1, até 7,64% no ano no nível 1 da Classe A”, completou.

Com isso, alguns professores terão reajustes que variam de R$ 800 a R$ 1.150 no período de cinco meses. “Vamos cada vez mais, ao lado da categoria, fazer as cobranças para melhorar a qualidade da educação pública”, concluiu Ricardo.




Portal Correio

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