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Vítima |
Uma universitária de 27
anos foi encontrada morta com sinais de overdose dentro de um veículo de luxo
pertencente ao seu namorado, na madrugada do domingo (1º), no Bairro Dionísio
Torres, em Fortaleza. O homem, que é empresário e jornalista, foi indiciado pela
Polícia Civil por ocultação de cadáver, por ter permanecido com o corpo da
mulher por mais de 12 horas do porta-malas do automóvel, sem comunicar à
polícia.
Conforme a Polícia
Civil, Yrna de Sousa Castro morreu na madrugada de sábado (30), no apartamento
do empresário, na Rua Professor Francisco Gonçalves. O homem colocou o corpo
dentro do automóvel Mercedes Benz e não informou à Polícia e aos familiares
sobre a morte.
Somente horas depois do ocorrido, o empresário compareceu à sede da
Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no Bairro de Fátima, para
relatar sobre o fato. O homem foi à delegacia acompanhado de dois advogados
para prestar esclarecimentos e em seguida foi liberado, por ter se apresentado
espontaneamente.
Uso
de entorpecentes
Em depoimento, o empresário relatou que o casal saiu para uma festa na noite de sábado e somente depois foram ao seu apartamento. O casal fez uso de entorpecentes e durante a madrugada a universitária passou mal e faleceu. Após ter percebido a morte da companheira, o empresário escondeu o corpo no porta-malas de seu carro, na garagem do prédio.
Durante o depoimento, o homem informou o local onde o corpo estava. Uma
equipe da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) e investigadores da DHPP
foram ao prédio, recolheram o cadáver e iniciaram a investigação.
Conforme a Polícia Civil, a mulher não aparentava marcas de violência e
não tinha nenhuma perfuração. O corpo de Yrna Castro foi levado para Coordenadoria
de Medicina Legal (Comel), para que fossem realizados os exames cadavéricos que
comprovam as causas da morte.
O empresário foi indiciado na DHPP por ocultação de cadáver, por ter
escondido o corpo da namorada no porta-malas do carro. O homem, no entanto, foi
liberado e deverá aguardar a conclusão do inquérito, que está sendo conduzido
pela Delegacia de Homicídios.
Imagem:
Reprodução/Facebook
G1
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