terça-feira, 20 de outubro de 2015

Bancários da Paraíba rejeitam proposta de 7,5% e seguem em greve


Os bancários da Paraíba vão permanecer em greve. A decisão foi tomada na tarde desta terça-feira (20) depois que o sindicato da categoria rejeitou a proposta de 7,5% apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A paralisação começou no dia 6 de outubro.


Conforme Marcos Henriques, presidente do órgão no Estado, as negociações permanecem. "Vamos seguir com as negociações, mas só vamos discutir se houver ganho real. Se não, não tem discussão", assegurou.

No 26 estados do país e Distrito Federal, 12.496 agências e 40 centros administrativos paralisaram suas atividades.

Confira as reivindicações dos bancários:

Reajuste salarial de 16%. (incluindo reposição da inflação mais 5,7% de aumento real)
PLR: 3 salários mais R$7.246,82 
Piso: R$3.299,66 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último).


Vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$788,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional).


Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários.


Emprego: fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal, além da ratificação da Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas.


Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.


Prevenção contra assaltos e sequestros: permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários, conforme legislação. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários. 


Igualdade de oportunidades: fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PCDs).


Imagem: Divulgação
Tambaú 247 com informações da Contraf-CUT


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